Democracia e Juventude
A democracia está associada diretamente aos jovens. Eles têm uma grande influência em mante-la e aprimora-la, por serem um grande número e terem voz plena em certos fatores. Se associarmos democracia e juventude, elas estão entrelaçadas.
Pois essas palavras andam juntas e precisam uma da outra.
Os jovens têm sim de interferir e questionar aquilo que descordam. Afinal somos o futuro de uma nação. No Brasil, por exemplo, há muitos casos de manifestações estudantis, cobrando seus direitos de como democratas.
Se todos fizessem o mesmo e lutassem como os jovens em busca da verdadeira DEMOCRACIA, satisfaríamos com eficácia nossos desejos.
Buscar com clareza nossos interesses e exercer nosso poder enquanto ainda temos oportunidades. Pois se conseguirem nos tomar o pouco de poder que temos e agirem como na antiga ditadura, as coisas vão tomar um rumo ineficaz como nos anos passados e causar insatisfação a sociedade por completa.
Afinal não só os jovens fazem parte disso, mas sim todos.
Tem de haver projetos democráticos, para saber a opinião pública.
Sabe-se que é impossível a implantação de um projeto democrático que não contemple a juventude. Mas o Brasil, um dos países com maior taxa de população jovem do mundo, ainda não elaborou uma política direcionada a eles. Contudo, quanto mais a opinião pública bem informada e independente rejeita os discursos paternalistas e as práticas autoritárias, mais a democracia avança. E esta é a crença daqueles que apostam no futuro e dos que acreditam que os homens são capazes de criar uma sociedade mais fraterna.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Poema sobre si- O DESABAFO DA ALMA....
Coisas me atormentam
Sentimentos me magoam
Perco-me nos pensamentos
Penso á todo momento
Em um saída
São em vão
No silêncio da minha alma
Percebo medos e inseguranças
Que fazem de mim
Um ser humano, não um ser estranho
Afinal.....
Seres humanos
São como perguntas sem respostas
Como incognitas....
Pâmela Andrade
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A vida Profissional - O Entediado
A vida Profissional - O Entediado
O tédio é a ausência do medo, porque sem o medo a vida não tem sentido, não tem adrelina.
è o famoso sal da vida.
è o famoso sal da vida.
Hoje em dia os homens não podem expressar suas emoções, tem que ser um homem maduro, mas na verdade o homem maduro é o homem frágil, que expressa suas emoções, seus sentimentos, é aquele que tem o equilíbrio.
Todas as emoções tem um resultado bom ou ruim, como por exemplo, o amor, que é uma emoção boa, mas vem acompanhado da agressividade, que é uma emoção ruim, mas não deixa de ser o combustível da ação.
O medo tem suas funções, que mesmo que não pareça pode salvar nossas vidas, como quando ouvimos um barulho, ficamos com medo e realmente pode apresentar perigo daí o medo faz uma preparação muscular, tanto para lutar ou fugir. Mas o medo também paralisa, para analisarmos o tamanho da encrenca.
Chama-se corajoso aquele que vê que dá e enfrenta, covarde aquele que foge, prudente aquele que vê que não dá para enfretar e foge e irresponsavél aquele que vê que não dá para enfrenta e enfrenta. O medo é também pedagógico, porque se não houver medo, não há aprendizado das normas, tem que haver punição, castigo para educar.
O resgate da nossa dignidade passa pelo resgate do medo.
Esse mesmo medo também desencadeia desafios, em que você sente medo, tem coragem, mas enfrenta. Pois a ausência do medo causa tédio, como o medo da paixão, que é contida pela impossibilidade.
Mas a paixão é uma idéia fixa, desejavél e inantingivél, além de ser a maior emoção que alguém pode sentir.
Na verdade "o ideal é ter na vida afetiva um amor, e ter na vida profissional uma paixão."
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Texto de Montaigne
Texto Montaigne
Segundo Montaigne, uma visão que nos pode encher de alegria é a que ao entrarmos em uma faculdade e imaginarmos que ao final receberemos um diploma nos faz encher de alegria.
Mas ao mesmo tempo compreendia o que nos faz sentirmos mal consigo mesmo, citadas em um de seus livros, com três inadequações.
A física, que relata seu descontentamento com seu corpo, a inadequação de quando somos julgados ao termos nossos hábitos e costumes desaprovados e por último a inadequação intelectual , o sentimento de que somos pouco sagazes.
Ele nasceu em 1533, e pertencia nobreza, foi advogado, era amigo do rei da França e foi prefeito duas vezes de Bordeaux. Mas aos seus 38 anos, decidiu recolher-se a seu castelo e passar resto de sua vida lá, escrevendo.
A princípio não sabia o que escrever, mas depois decidiu escrever sobre si mesmo.
Escreveu em seu mais famoso livro, “Ensaios”, sobre o que é se um ser humano.
Escreveu coisas que nenhum outro filósofo teve coragem de escrever, como falar de todos os membros, tais como seu pênis.
Outros filósofos diziam que a mente pensante traria a felicidade, a realização, mas Montaigne mudou essa equação, construiu sua filosofia através da constatação de que os nossos problemas começam porque pensamos e isso atrapalha o nosso corpo. Nós ficamos nos colocando para baixo, nos auto- depreciando. Por sermos tão perplexos com a nossa aparência que desenvolvemos distúrbios alimentares.
Montaigne também nos fazia aceitar o nosso lado animal, em seu castelo ele desenvolveu uma convivência com os animais e chegou a conclusão que a sabedoria deles é maior que a nossa.
Os animais não são como nós que se preocupam com a aparência. Ele os admirava.
Para ele ter um cérebro desenvolvido não era um problema, mas que nos leva a ter vergonha do próprio corpo e nos leva a ser arrogantes e achar que sabemos o que é certo e fazer as pessoas aceitarem o que é certo em nossa mente. Cada sociedade tem a sua cultura e quem foge dela é tachado como esquisito, diferente.
Temos que viajar para conhecer a diversidade do mundo,.
Ele criticava que as pessoas julgassem o que é bom ou ruim.
A sabedoria era a inteligência que importava para ele, mas as pessoas não deveriam ser definidas pela inteligência ou pelo seu grau de estudo.
E sim pela sua dignidade, honestidade e modo de viver.
Montaigne era um grande filósofo que defendia o ser digno não o que tem mais cursos superiores.
Segundo Montaigne, uma visão que nos pode encher de alegria é a que ao entrarmos em uma faculdade e imaginarmos que ao final receberemos um diploma nos faz encher de alegria.
Mas ao mesmo tempo compreendia o que nos faz sentirmos mal consigo mesmo, citadas em um de seus livros, com três inadequações.
A física, que relata seu descontentamento com seu corpo, a inadequação de quando somos julgados ao termos nossos hábitos e costumes desaprovados e por último a inadequação intelectual , o sentimento de que somos pouco sagazes.
Ele nasceu em 1533, e pertencia nobreza, foi advogado, era amigo do rei da França e foi prefeito duas vezes de Bordeaux. Mas aos seus 38 anos, decidiu recolher-se a seu castelo e passar resto de sua vida lá, escrevendo.
A princípio não sabia o que escrever, mas depois decidiu escrever sobre si mesmo.
Escreveu em seu mais famoso livro, “Ensaios”, sobre o que é se um ser humano.
Escreveu coisas que nenhum outro filósofo teve coragem de escrever, como falar de todos os membros, tais como seu pênis.
Outros filósofos diziam que a mente pensante traria a felicidade, a realização, mas Montaigne mudou essa equação, construiu sua filosofia através da constatação de que os nossos problemas começam porque pensamos e isso atrapalha o nosso corpo. Nós ficamos nos colocando para baixo, nos auto- depreciando. Por sermos tão perplexos com a nossa aparência que desenvolvemos distúrbios alimentares.
Montaigne também nos fazia aceitar o nosso lado animal, em seu castelo ele desenvolveu uma convivência com os animais e chegou a conclusão que a sabedoria deles é maior que a nossa.
Os animais não são como nós que se preocupam com a aparência. Ele os admirava.
Para ele ter um cérebro desenvolvido não era um problema, mas que nos leva a ter vergonha do próprio corpo e nos leva a ser arrogantes e achar que sabemos o que é certo e fazer as pessoas aceitarem o que é certo em nossa mente. Cada sociedade tem a sua cultura e quem foge dela é tachado como esquisito, diferente.
Temos que viajar para conhecer a diversidade do mundo,.
Ele criticava que as pessoas julgassem o que é bom ou ruim.
A sabedoria era a inteligência que importava para ele, mas as pessoas não deveriam ser definidas pela inteligência ou pelo seu grau de estudo.
E sim pela sua dignidade, honestidade e modo de viver.
Montaigne era um grande filósofo que defendia o ser digno não o que tem mais cursos superiores.
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